Acorda Torcida !!!

José Mourinho, Alex Ferguson, Josep Guardiola... O que a torcida quer ? Já tivemos Luxemburgo, Muricy e Felipão.. Já tentamos com Antonio Carlos Zaggo,  e mais um monte de porcarias... e nada... O problema não é quem treina, e sim quem tem o comando do clube!

 

Depois do final da co-gestão Palmeiras-Parmalat a equipe alviverde da Rua Turiassu já teve nada mais, nada menos que 27 técnicos... Isso mesmo, 27 técnicos e o time ganhou apenas uma série B e um Pauslista... Já passou no comando do Palmeiras os 3 maiores técnicos dos últimos 20 anos no futebol brasileiro, e nada adiantou, e será que o problema é mesmo o Luiz Felipe ?

 

Quando tivemos um time competitivo? Até o Brasileiro mais perdido na história dos Brasileiros, aquele com 19 rodadas na liderança onde o treinador era o Muricy, que todos achavam que existia o Racha Turma do Diego Souza e Turma do Marcos... nem aquele time era competitivo...

 

E ai torcedores corneteiros e amendoins, ainda acham que a culpa é apenas do mal humorado e muito bem pago do Felipão?

 

Abaixo a lista mais diversificadas de técnicos que sentou no banco palestrino:

 

Gestão Mustafa Contursi

jul/2000 - fev/2001 -> Marco Aurélio

mar/2001 (interino) -> Márcio Araújo

mar/2001 - out/2001 -> Celso Roth

out/2001 - dez/2001 -> Márcio Araújo

jan/2002 - ago/2002 -> Vanderlei Luxemburgo

ago/2002 (interino) -> Paulo César Gusmão

ago/2002 - set/2002 -> Flávio "Murtosa" Teixeira

set/2002 (interino) -> Karmino Colombini

set/2002 - nov/2002 -> Levir Culpi

jan/2003 - mai/2004 -> Jair Picerni (Brasileiro Série B)

mai/2004 (interino) -> Wilson Coimbra

mai/2004 - fev/2005 -> Estevam Soares

 

Gestão Affonso Della Monica

fev/2005 (interino) -> Wilson Coimbra

fev/2005 - abr/2005 -> Candinho

abr/2005 - jul/2005 -> Paulo Bonamigo

jul/2005 - abr/2006 -> Émerson Leão

abr/2006 - mai/2006 (interino) -> Marcelo Vilar

mai/2006 - set/2006 -> Tite

set/2006 - nov/2006 -> Marcelo Vilar

nov/2006 - dez/2006 -> Jair Picerni

jan/2007 - dez/2007 -> Caio Júnior

jan/2008 - jun/2009 -> Vanderlei Luxemburgo (Paulista 2008)

 

Gestão Luiz Belluzzo

jun/2009 - jul/2009 (interino) -> Jorginho

jul/2009 - fev/2010 - Muricy Ramalho

fev/2010 - mai/2010 - Antônio Carlos Zago

mai/2010 - jun/2010 - Parraga (Interino)

jun/2010 - NO CARGO - Luiz Felipe Scolari (Felipão)

 

Se querem mudar virem sócios do clube, tentem fazer o seu direito de Palmeirense e mudar esse time, precisa esperar morrer os velhos para ter esperança ?

 

Por Ariosto Recco



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Vamos abraçar o Palestra !

Os torcedores do Palmeiras estão se mobilizando em blogs e sites na internet para formarem um abraço simbólico no Palestra Itália. A idéia dos palmeirenses é fazer um protesto pacífico às 14h deste domingo, no estádio alviverde que passa por reformas.
 
Por Ariosto Recco
 
 
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OCTACAMPEÃO!!!

FAZ TEMPO QUE NÃO ESCREVO POR AQUI, MAS SEGUE UMA BELA IMAGEM QUE RETIREI DO BLOG DA QUERIDÍSSIMA TANIA CLOROFILA http://blogdaclorofila.sopalmeiras.com/
 
TE AMO PALMEIRAS !!!
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Coincidência ou Destino ?

Caros amigos,
 
Depois de algum tempo sem escrever, mas sempre acompanhando o Palmeiras, resolvi escrever algo que não é sobre o Palmeiras mas algo que nos deixa muito feliz, a desgraça dos Gambás.
 
Em 2007, o ano da queda do time da Marginal, o penúltimo jogo do campeonato Brasileiro foi no dia 28/11 no estádio do Pacaembu lotado, coincidentemente contra a o Gigante da Colina, e o resultado desse jogo foi 0 x 1 com gol (espírita) do Alan Kardec de nuca. O resultado praticamente foi a pá de cal que faltava em cima do caixão do time alvi-negro.
 
Esse ano o jogo será inacreditavelmente no mesmo dia 28/11, no mesmo estádio, novamente com "casa" cheia e contra a mesma equipe carioca. O Curintia não pode perder... Vocês acreditam em destino ? Ou acham que é uma simples coincidência? Alan Kardec não está mais no Gigante da Colina, mas Cesinha irá de alguma forma empurrar a bola para as redes e fechar o campeonato!
 
Será destino?
 
Por Ariosto Recco
 
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Foto direto do Palestra

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Vai Palestra !

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O MAGO VOLTO !!!

Caros amigos,


São Paulo estava um caos... Chuva, transito, falta de luz... e pouco mais de 6.000 torcedores foram ver o show daquele que é um Mago com as bolas nos pés !

O Palmeiras jogou muito, tudo bem que contra um time péssimo, e ainda mais jogando completamente desfalcado... Teve erro de arbitragem para os dois lados, um gol impedido para o time do Guga e uma pênalti inexistente para o time da Rua Turiassu...

Com a expulsão justa do goleiro "barriga verde" o jogo ficou mole para o Verdão  e dois golaços selaram mais 3 pontos para o time alvi verde!

 

Notas:

 

Deola: Não tenho confiança nele ainda, não teve culpa no gol e pegou algumas bolas difíceis – Nota 7

Vitor: Não comprometeu, nada fora do normal – Nota 6

M.Ramos: Jogando serio tem vaga garantida – Nota 8

Fabricio: Tranquilo, já que o time Catarina foi péssimo – Nota 6

G.Silva: Jogando bem, mostra o quanto promete, pelo GOLACOOO ! – Nota 9

Edinho: Sem trabalho nenhum, não deu sorte no gol – Nota 6

M. Araujo: Diferente daquele que errava todos os passes, encaixou bem na equipe – Nota 7

Rivaldo: Não entendo ainda ele como titular, mas cavou um pênalti – Nota 6

M. Assunção: Mais um gol com assistência dele, bola parada tem perigo sempre – Nota 8

Valdivia: Falar o que dele ? Perfeito no jogo, que gol ! NOTA 10

Kleber: Raça, joga muito... o primeiro pênalti foi horroroso e o segundo foi mais ou menos, mesmo assim – Nota 9

Felipão: Nota 10

 

E o Cruzeiro já passou os Gambas, e na próxima rodada vira Líder ! Cuidado com o Palestra Mineiro !

 

Por Ariosto Recco

 

 

 

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Subindo...



Caros amigos,

Depois de 1 mês fora eu voltei ! E não só porque o Verdão venceu, mas sim por ter tido um tempinho extra !

Se o Verdão jogasse o que jogou contra o Flamengo e Inter poderíamos estar um pouco melhor na tabela, mas temos que ter paciência com essa equipe.

Não quero nem falar sobre questões políticas do Verdão, pois sou completamente contra o Golpe dado, mas também era contra o Cipullo !

Com tempo volto escrever mais ...

Abraços até sábado contra os Sardinhas ! ... Dança Neymar....

Forza e Avanti Palestra

Por Ariosto Recco
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Parabéns então !

Caros amigos,
 
Já que o assunto abordado pela mídia esportiva essa semana é o 100 anos do clube sem estádio da Marginal, resolvemos também parabenizar nossos rivais.
 
FORZA E AVANTI PALMEIRAS
 
Chupa Gambazada !
 
Por Ariosto Recco
 
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Parabéns Palmeiras ! 96 anos de Glórias...

96 anos de Glórias... Isso é para poucos e grandes, o Palmeiras completa hoje 96 anos de história ! As palavras são poucas para expressar qualquer tipo de sentimento ao clube, qualquer coisa que eu escrever será repetido em tudo que eu fiz e farei na minha vida por esse time.
Lembrar de momentos que passei dentro do Jardim Suspenso é difícil pela quantidade de vezes que estive lá, mas guardo na memória momentos inesquecíveis que nunca ninguém conseguirá apagar. Na vitória, na derrota, ou em qualquer outro momento o Palmeiras sempre estará na minha vida.
Hoje são poucas as palavras, porém sinceras, mas estou de verde, coração verde e no final do dia irei homenagear essa imensa nação alvi verde.
Obrigado Palmeiras, estarei sempre junto ao seu lado.

"Nada vai mudar o nosso amor, Nada vai mudar nossa paixão. Palmeiras minha vida é você, Tu és quem manda no meu coração, Por isso canto assim, Por isso canto assim, Por isso eu canto forte, TE AMO MEU VERDÃO, TE AMO MEU VERDÃO, Te amo até a morte, TE AMO MEU VERDÃO, TE AMO MEU VERDÃO, Até depois da morte."
Explicar a emoção de ser palmeirense, a um palmeirense, é totalmente desnecessário. E a quem não é palmeirense… é simplesmente impossível! Joelmir Betting
 
PARABÉNS PALMEIRAS !
 
Por Ariosto Recco
 

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Palmeiras de verdade !

Caros amigos,
Hoje to sem voz, e olha que eu não fui no jogo. Uma mistura do frio que passei no jogo de sábado e com os gritos de ontem após o gol de M.Assunção.
O Palmeiras jogou bem, mostrou raça e a torcida que canta e vibra mostrou o quanto faz a diferença.
Não vou falar do jogo, apenas parabenizar o time pela raça e os quase 23 mil torcedores que foram até o Pacaembu.
26/08 é Dia do Tsunami Verde, 96 anos do Verdão, e vamos para cima do Guarani, agora o time se reforça com as voltas de Kleber e Lincoln e a reestréia do Mago Valdivia.
Vamos Verdão!
Nota 10 para todos,  vou aproveitar a euforia da vitória e não vou cornetar alguns jogadores que para mim não devem ser titulares, mas pela feste de ontem merecemos sempre essa garra.
Parabéns São Marcos pelos 500 jogos, e obrigado Verdão !
Por Ariosto Recco
 
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Coisa Linda Verdão !




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Tsunami Verde - 2010

Caros amigos,

Estou ausente do Blog, mas sempre acompanhando o Verdão... Dia 26 novamente é o dia do Tsunami Verde, 96 anos do Verdão.

FORZA E AVANTI PALESTRA

Por Ariosto Recco

 

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Oooo o Mago voltoooo !

Bien Venido El Mago !
 
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Felipão é seleção!

Caros amigos,

Felipão é seleção! Isso mesmo, Felipão está em uma seleção, nada é maior que o Palmeiras, e ele acertou na escolha, não sei quanto tempo ficará nessa passagem pelo clube e muito menos se irá ganhar algum título, mas ele está ai, para calar a boca daqueles que não acreditavam, Felipão é Seleção, Seleção Alvi Verde!

Deixando a paixão de lado, Felipão terá muito trabalho para por esse time na linha, somos carentes em algumas posições, e estamos longe de ter um elenco como aquele de 1999. Hoje o Palmeiras não tem um time de 11, e ontem no final do dia ainda perdemos mais um, CX10 foi embora, é uma pena ver um jogador com a qualidade do C.Xavier ir parar no futebol Ucraniano em um time que nunca ninguém ouviu falar, é mais um que vai sumir do futebol uns 2 anos, ganhar a grana dele e voltar para o Brasil.

O Palmeiras ainda precisa da contratação de um Nove-Nove, um centroavante bom que venha para colocar a 9 e decidir, além disso, precisamos de um ala esquerdo para ser titular, Gabriel e Armero deveriam ser peça de reposição e nada além disso. Estamos contando com a contratação do Mago Valdivia, e mesmo que a vinda dele se concretize precisamos de mais um meia com passe refinado para repor a saída do CX10, e seria bom ter um volante até porque o que temos no elenco hoje é bem fraco, Edinho e M.Araujo não dá, e existe muita chance de perder Pierre nessa janela.

Vamos aguardar para ver o que a diretoria vai fazer, hoje as 21:00 temos o Santos pela frente, eu aposto em uma vitória alviverde por 2 a 0, gol de Kleber e Danilo!

Com a volta do Brasileirão eu voltarei a escrever mais.

FORZA E AVANTI PALESTRA

Por Ariosto Recco

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Espanha Campeão ! (eu acertei)

Caros amigos,

Infelizmente acabou, como passa rápido os 30 dias de Copa do Mundo, para quem gosta de futebol agora começa novamente contar os dias para o próximo Mundial. Apesar do futebol não ter sido tão bonito quanto esperava, deu à lógica (para mim era lógica). Comentar após os jogos é bem mais fácil, mas eu postei aqui meus palpites, e fiquei em primeiro no bolão da empresa, acertando inclusive os dois finalista e o campeão, então para mim isso era a lógica. Sem dúvida tivemos zebras, até porque o único time invicto na Copa da África foi a seleção da Nova Zelândia.

Por fim agora é voltar às atenções para o time que me dá muita alegria, independe do que está acontecendo com o Palmeiras, e as dificuldades que iremos enfrentar até a total reformulação da equipe.

Achei uma pena a Holanda não ganhar, me ajudou no bolão, mas fico triste, tenho a camisa da Holanda desde 99, eu vi jogar Marco Van Basten, Rudd Gullit, Kluivert, Dennis Bergkamp, os irmão de Boer, Davids, Seedorf... sem contar a seleção de 74 e 78 que eu não vi pessoalmente, mas assisti o quanto jogou ! Essa seleção de 2010 está longe daquela de Cruyff, e também das que eu já vi jogando, continuo torcendo pelo bom futebol, pelo futebol bonito, e sempre vou gostar e torcer pela Holanda.

Venceu a melhor equipe, o melhor futebol !  Parabéns Fúria !

Por Ariosto Recco

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Acertei os dois finalistas!

No bolão eu acertei Holanda x Espanha na final, agora infelizmente tenho que torcer pela Espanha pela grana, mas adoraria ver a Holanda campeã! Seja quem for o título será do futebol bonito ! Que maravilha !

Por Ariosto Recco

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Explicação Simples e Óbvia !

Caros amigos,

Simples e objetivo a explicação para mais uma decepção, segue abaixo uma simples lista de jogadores que tiveram participações nas 5 conquistas...

1958 – 1º Título Mundial, conquistado na Suécia

José João Altafini, conhecido como Mazzola, jogador do Palmeiras!

1962 – 2º Título Mundial, conquistado no Chile

Dejalma dos Santos, conhecido como Djalma Santos, jogador do Palmeiras!

Edvaldo Izídio Neto, conhecido como Vavá, jogador do Palmeiras!

José Ferreira Franco, conhecido como Zequinha, jogador do Palmeiras!

1970 – 3º Título Mundial, conquistado no México

José Guilherme Baldocchi, conhecido como Baldocchi, jogador do Palmeiras!

Emerson Leão, conhecido como Leão, jogador do Palmeiras!

1994 – 4º Título Mundial, conquistado no EUA

Crizam César de Oliveira Filho, conhecido como Zinho, jogador do Palmeiras!

Iomar do Nascimento, conhecido como Mazinho, jogador do Palmeiras!

2002 – 5º Título Mundial, conquistado no Japão e Coréia do Sul

Marcos Roberto Silveira Reis, conhecido como Marcos, jogador do Palmeiras!

Todas as conquistas de Mundiais tiveram jogadores da Sociedade Esportiva Palmeiras, e nessa seleção do Dunga não tinha, simples e óbvio, quer ser Campeão leva alguém do Verdão!

Em 1965 o Palmeiras vestiu o time todo do Palmeiras vestiu a camisa da Seleção Brasileira entrou no Mineirão e enfiou 3 a 0 no Uruguai, Palmeiras muito mais que um time, uma seleção!

Por Ariosto Recco

 

 

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Go Orange! go...

Bem amigos.... Acabou a Copa para o Brasil e fica uma lição, Seleção tem que ser feitas dos melhores jogadores no momento, não de amigos e pessoas de confiança! Faltou pulso? Experiência? Futebol?

Alguma coisa faltou, desde o dia em que foi anunciado a convocação da seleção Brasileira eu já achava que não ia dar, meu bolão acertei todos os jogos do Brasil, as vitórias, o empate e a derrota de hoje para a Holanda, o futebol “eficiente” não foi eficiente a hora que precisou, faltou craque, faltou o cara que pega a bola e resolve.

Hoje até que a seleção me surpreendeu e muito no primeiro tempo, Robinho chamou o jogo para ele, mas estava nitidamente nervoso, tentando intimidar com algo além do futebol, com cara feia e gritos... Todo o futebol jogado na primeira etapa faltou no segundo tempo, demos azar? Se pode chamar de azar o gol na saída errada de J.Cesar e na falta de sorte de Felipe Melo... Apesar da cagada na expulsão F.Melo deu um passe primoroso para o gol de Robinho.

A Copa ficará marcada pelo fracasso mais uma vez, sempre que perdemos alguém é culpado e dessa vez temos mais um nome para por na lista... Felipe Melo e também Dunga, mas muito mais Felipe Melo! Ele vai ficar marcado como o azar de Carlos em 86 e o pênalti perdido por Zico, a Seleção ridícula de Lazaroni, pelo fracasso da seleção de 98 com a convulsão ou sei lá o que aconteceu com o Ronaldo naquele dia, e também como a falha de marcação de Roberto Carlos em Henry em 2006... e para ir ainda mais longe como o Barbosa no Maracanasso de 50 (esse último para mim foi o que teve menos culpa)...

Isso é o futebol, e dessa vez foi um pouco mais justo, o melhor futebol ganhou, e ainda acredito que irá pelo menos até o fim, só não sei com quem do outro lado, eu aposto ainda na Espanha, mas tem Alemanha e Argentina que vem bem forte!

Bemmmmm amigos, pelo menos agora o Brasil volta ao normal, o falso patriotismo acaba e dias de trabalhos não são mais perdidos... parece hipocrisia da minha parte, mas eu não suporto ver um monte de pessoas que fala mal do pais o dia todo parar para ver um esporte que muitos nem se quer sabe o que o que está acontecendo!

Por enquanto é só isso, agora vamos acompanhar os jogos que faltam, e deixo registrado aqui os resultados do meu bolão:

Holanda passa pelo Uruguai ou Gana, do outro lado Argentina passa pela Alemanha e perde na semi para a Espanha... e a Espanha é Campeão! Esse é meu bolão que fiz antes da Copa só que por enquanto a Espanha vem decepcionando!

Abraços e até breve!

Por Ariosto Recco

 

 

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Copa do Mundo

Caros amigos,

Já deu para perceber que a Copa do Mundo não aguça minha vontade de escrever sobre futebol, principalmente essa competição que venho acompanhando dia-a-dia, com jogos horrorosos, seleções fracas, jogando na força e no máximo na velocidade, pouquíssimos jogos técnicos e quase nenhum jogador fazendo a diferença, é isso ai é o futebol moderno.

Lembrando da minha primeira Copa do Mundo, não a que eu vi, mas sim a que eu lembro de detalhes, como foi gostoso assistir os jogos da Copa de 94, a seleção Brasileira que também não me encantava era muito melhor que essa, o baixinho jogava de mais, e Bebeto fazia muito bem o papel dele, e se comparar os 11 daquela Copa com os 11 dessa Copa não temos nem o que falar, como o futebol vem ficando feio.

Primeiramente a Holanda que é a minha preferida nas últimas Copas já está classificada, Camarões está fora! Brasil conseguiu ganhar ontem com um futebol que aparentemente foi convincente, porém chato de assistir, como eu não me empolgo com o jogo da seleção brasileira.

Hoje tem 3 jogaços, Portugal já enfiou uma bola na trave, tem Chile sem Mago, e a futura campeã Espanha (tomara que hoje ela jogue algo).

Ahhh não quero falar mais nada de futebol ou melhor de Copa, estou muito mal do bolão, a Copa das Zebras e quem vai ganhar o bolão não entende nada de futebol.

Já estou com saudades do Verdão, estou esperando a definição do jogo de julho para comprar meu ingresso, ver Felipão e Gladiador de volta ao Palestra.

Por Ariosto Recco

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Copa do Mundo: Cadê o futebol?

Caros amigos,

Já tem um tempinho que não escrevo aqui, quem quiser começar me acompanhar pelo twitter pode ver mais meus comentários, por lá eu estou mais online, sigam @ariostorecco.

Um breve e rápido post mais uma vez, falando em Copa do Mundo, a tão esperada competição que para o Mundo Futebolístico de 4 em 4 anos deixou a desejar nessa primeira rodada, pelo menos até agora não tivemos nada de muito empolgante. Das favoritas ao título de Campeão Mundial falta apenas o jogo da Espanha, que irá acontecer hoje às 11:00hs.

Acompanhei quase todos os jogos, perdi apenas um dia, o jogo da Holanda que tanto queria assistir, mas esse sábado não perco por nada o jogo dos Laranjas.

Itália, Argentina, Inglaterra e Brasil ficaram devendo futebol, principalmente a Itália e Inglaterra que sofreram para empatar seus jogos.

A Itália não conseguiu ganhar do Paraguai e a Inglaterra conseguiu empatar com o EUA numa das falhas mais feias de goleiros na história das Copas.

O Brasil pegou a fraca Coréia do Norte e conseguiu me ferrar no bolão levando um gol, já a Argentina comanda por Maradona e Messi jogou não tão bem quanto esperávamos, mas o suficiente para ganhar da Nigéria e mostrar que Messi pode sim ser o diferencial nessa Copa.

Outros azarões como Portugal, Costa do Marfim, Camarões e França, ficaram devendo futebol. Portugal e Costa do Marfim fizeram um jogo feio e empataram sem gols, Camarões perdeu para o fraco time do Japão, e a França não conseguiu marcar um gol se quer no horrível selecionado Uruguaio.

Depois de falar de todas as seleções que ficaram devendo, deixei uma linha para falar de quem jogou bola, a Alemanha atropelou os cangurus, enfiou 4 gols na fraca Austrália, e fez o dever de casa. Jogando bonito, diferente da Alemanha que somos acostumados de ver, aparentemente nem sentiram a falta de Ballack.

Como disse, era um rápido post, se for detalhar todos os jogos ficarei aqui horas, vou continuar acompanhando e torcendo para que Espanha e Chile façam um bom jogo hoje, e que a 2º rodada seja mais emocionante.

Vamos Mago Valdivia para cima de Honduras.

E não esqueçam, no twitter @ariostorecco.

Por Ariosto Recco

 

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Felipão voltooo!

Um post rapidinho, Felipão acerta seu retorno com o Verdão até
dezembro/12!!!
Agora falta jogador, já temos um ídolo, um técnico e precisamos de
elenco! Vamos ter calma, e continuar apoiando, contra as Sardinhas
estarei no Pacaembu!

Forza e Avanti Palestra

Por Ariosto Recco
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Ele está de volta !

Apresentado! Gladiador está de volta !

 

Imagem do site www.verdazzo.com.br

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Safári na África...e como lá tem Zebra!

Caros amigos,

Como disse o sábio filosofo Fernando Vanucci – “A África do Sul é logo ali”, e já estamos na semana que inicia a Copa 2010, e não sabemos realmente o que pode acontecer nesse Mundial. Eu não acredito em um bom desempenho na seleção canarinho, principalmente por não gostar de Dunga, e por acreditar que seleção tem que ser feita dos melhores jogadores de futebol e isso o Brasil não tem hoje.

O que pode ajudar o Brasil é a tal zebra que vive no continente Africano, e principalmente por todas as seleções que podem ganhar o titulo sofrerem com desfalques importantes.

No meu bolão coloco Espanha e Holanda na final, já que estamos falando em Zebras, aposto em duas seleções que nunca ganharam e sempre jogaram bonito, mas depois de Ferdinand, Beckham, Mikel, Essien, Drogba, Ballack e por último Robben e outros desfalques importantíssimos para suas seleções tudo pode acontecer nesse Mundial.

Acredito bastante na Argentina de Messi, na Holanda de Robben e Van Persie, Espanha de Xavi, Fernando Torres e Cia e Inglaterra de Rooney, para mim são essas as seleções que farão as semifinais.

Vamos acompanhando, essa Copa só vem para o Brasil se alguém deixar de ganhar.

Só uma nota, coitados de EUA e Inglaterra, logo no primeiro jogo o juiz será Carlos Eugênio Simon... Boa sorte !

Por Ariosto Recco

 

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Rodízio de Pizza s/ futebol!

Caros amigos,
Um rápido post aqui do estacionamento ao lado do Panetone. O que
aconteceu em campo é o que devemos ter esse ano, um jogo feio, jogando
mal, com jogadores ridículos e mais uma vez perdendo pênalti. O
Palmeiras é o único time que tem mais medo quando o pênalti é a
favor!
Não da para ganhar nem par ou impar com um tem Edinho e M.Araújo.

Depois escreo mais, chegou a hora de atravesar a cidade para chegar em
casa.

Por Ariosto Recco
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O bom filho ao Palestra torna

Eu ia escrever algo sobre a emoção de ter ido ao último jogo ao Palestra, mas o pouco que li do texto do Mauro não precisa mais nada, só segurar as lágrimas e ler até o fim.

 

Texto de Mauro Beting - 22.mai.2010 - http://blogs.lancenet.com.br/maurobeting/

 

Quando a luz se apagar hoje, no Palestra Itália, só será acesa em um longo tempo. Num novo templo. Serão muitos meses até que os filhos da Academia possam se sentir novamente em casa. Num lar novo em folha. Lugar para esquecer as velhas falhas e os novos problemas. Um  santuário para lembrar os tantos dias de nossas vidas vividas em nosso altar. Em nosso palco. Em nosso campo. Em nossa casa.

Nossa! Mas de cada um. Todos temos um cantinho no Palestra. Onde cantamos e vibramos. Onde cornetamos e divergimos. Onde o Palestra virou Palmeiras. Onde não somos mais, nem menos. Apenas palmeirenses, sempre palestrinos. Isso basta. Dispensamos apresentações. Não precisamos de explicações. Apenas somos tudo isso que tem uma casa. Que fecha para reformas. Que deve voltar como cada um de nós, e por todos nós: cada vez maior, cada vez melhor. Cada vez mais Palmeiras. Sempre Palestra.

 

Primeira vez

O meu primeiro canto foi na numerada. Três de agosto de 1974. Luís Américo fez o primeiro gol que vi na rede esticada do gol do placar. 1 a 0 Saad. Leivinha empatou, Dudu virou, mas um tal Fernandinho empatou. Uma zebra. Até então, só vira o Palmeiras bicampeão brasileiro em 1972-73 sair de campo satisfeito. Só assistira a jogos-shows no Pacaembu e no Morumbi. Estreava sem vitória no Palestra. No jogo inaugural do SP-74. O que acabaria não mudando muita coisa. Em dezembro, o mais importante Ronaldo da história do Dérbi paulistano faria o gol que deixaria o rival mais um ano na fila, no Morumbi.

Naquele fim de tarde de sábado de Sol paulistano, saí chateado com o empate contra o Saad. O goleiro deles se chamava Fininho. Fechara o gol. Eu, o bico, debaixo dos meus sete anos. Só fui achar legal a noite quando minha avó Albertina, que morava do lado do Palestra, me confortou na pizza da noite. Ela foi uma das que me ensinaram que não se deve vaiar “os meninos”. Que devemos ter a mesma fé que ela tinha ao acender velas em dias de jogos do time do coração da família de pai e de mãe. Dos “palmeiristas”.

Dos palestrinos que, desde aquele agosto de 1974, começaram a dividir a vida entre idas e vindas ao Palestra, ao Pacaembu, ao Morumbi. Onde fosse, onde jogasse o Palmeiras. Naquela primeira visita, meu tio Leo, pai do Erich que ainda nem havia nascido, foi minha primeira companhia, ao lado do irmão Joelmir, e do meu irmão Gianfranco. Se a escalação do Palmeiras não mudava daquela rima que era seleção – LeãoEuricoLuísPereiraAlfredoeZecaDudueAdemirdaGuiaEduLeivinhaCésareNei, todos juntos, para sempre – o meu time de companheiros mudava sempre. Saía o tio Leo, vinha o Tio Flávio. O Tio Jura. Os primos Paulo Calabar, Alessandro, Danilo. Depois o Erich. Quando dava, o Ulisses. Mais difícil era ir ao jogo com os primos do interior, o Vlamir e o Cléber.

 

Eternos

Não era nada complicado torcer por aquele time. Até quando ele já não era o mesmo. Como naquele 18 de janeiro de 1976: Dudu saiu machucado, num empate com a Portuguesa. E só voltou ao time como treinador. Estreando num novo empate com o Guarani, em 9 de maio. Quando lançou o jovem Pires em seu lugar. E mais o Verdão não perdeu até vencer antecipadamente o Paulistão. 1 a 0 no XV de Piracicaba. No 18 de agosto de 1976, mais de 40 mil vibraram com Jorge Mendonça, marcando o gol do título. Campeonato que a família celebrou em casa. Meu pai não conseguiu sair a tempo do trabalho. Viu parte do jogo, abriu um vinho, e fomos dormir. Ano sim, ano não, a festa parecia garantida. Era assim o Palmeiras.

Não foi mais assim. Em 10 de agosto de 1977, pelo Paulistão, o Palmeiras só empatou com o Comercial de Ribeirão. 1 a 1. Foi o último jogo no estádio da estátua Ademir da Guia, que em 40 dias encerraria a carreira, parada por problemas respiratórios. Cabeça e coração das Academias palmeirenses penduravam as chuteiras. Não mais o Palmeiras seria Palmeiras até 12 de junho de 1993. Quando tudo se justificou saindo da fila contra quem o clube havia deixado mais um ano de jejum, em dezembro de 1974. Todas as dores compensavam.

 

Esquecíveis

Todas aquelas partidas para esquecer. Começando ainda em 1980, quando o Palmeiras teve de purgar pecados na Taça de Prata de 1981. A última vitória na nostra casa foi em 16 de agosto de 1980. Quase quatro anos do último título, e contra o mesmo XV de Piracicaba. Mais quatro jogos até o fim de ano sem vitória. Sem orgulho. Sem Palmeiras.

Honra resgatada com o acesso prematuro à turma de cima ainda em 1981, na Taça de Prata. Um show de Sena num 2 a 0 contra o Guarani parecia um novo Vecchio Palestra. Mas era só fumaça negra. Mais uma Taça de Prata em 1982, desta vez com eliminação na primeira fase. Goleadas para os rivais no SP-82. Um novo e rico time para 1983. Mas os mesmos problemas. Com novos amigos nas arquibancadas. Braga, Aloízio, Paulo Sapo, Salvador, Cecchi, seu Angiolo, Mauro Pizza, Lolô, Jorjão, Chang, Jambo, Dado, André, Marcelo, Juninho. Sofrendo juntos e esmagados com uma bola de Mendonça, da Lusa, no travessão, no SP-83, no fim do jogo. Sorrindo juntos com um pôr-do-sol maravilhoso de agosto na arquibancada de uma quinta-feira, num 5 a 1 no Taquaritinga. Quando lembro ter pensado numa namorada que não tinha. Mas que já pensava numa tarde como aquela com os filhos que eu queria ter. Motivo de sorrir sem saber o porquê na volta do ônibus na noite parada de São Paulo.

Em 1985, já tinha carro – verde. Já não tinha mais namorada. E parecia ter perdido o chão, debaixo do placar, só de pensar o que ainda estava escrito nele: 3 a 2 XV de Jaú, num domingo de novembro. Bastava ter vencido para se classificar para a semifinal. Perdemos. E fiquei ali perdido, com o ingresso inteiro na mão. A torcida invadira o Palestra pela derrota de um rival, pela manhã. E eu ali com o queixo entre as mãos, olhando para o gol da piscina. Um tempão. O mesmo que o goleiro reserva Martorelli usou para ficar sentado, no banco de reservas, olhando desconsolado para o mesmo infinito.

Como é que a gente conseguia perder assim? A gente que só sabia vencer só parecia perder e se perder no Palestra. Eu parecia aquele menino mimado que quer fugir de casa – e pede pro pai atravessar a rua e pagar as contas. Eu dizia que não voltaria àquela casa zicada. Achava que a culpa também era do estádio. Lá eu não mais voltaria. Promessa jamais cumprida. Porque isso não é coisa que se prometa.

 

Promessas

E lá estava eu de novo, em 1986, com o Cecchini, Zuccari, Altit, Rosa, Melura, Mancusi, Zerbini, Izzo, Paulinho Iudicibus, Cafarnaum, Raduan, Sangiuliano. 1987… 1988… Mais ainda em 1989, com um belo time, com Leão no banco, e a melhor campanha na primeira fase do Paulistão. Na segunda também. Taça dos Invictos. E a eliminação por uma única derrota, em Bragança. E lá vamos nós para 1990. Sempre no Palestra. Agora com Denise, Raquel. E os amigos de verde e de credo de sempre. Sempre saindo do estádio e do estado normal pelas derrotas doidas e doídas. Pelas madrugadas choradas com os amores. Ou com sonhos de amores e vitórias que pareciam impossíveis.

Naquele 12 de maio de 1990, empate sem gols com o Bragantino de Luxemburgo, uma vaga na Copa do Brasil perdida, um treinador demitido. Meu último jogo no estádio como torcedor. Em um mês começaria meio sem querer no Jornalismo agora esportivo. Para sempre futebolístico. Nas páginas esportivas fiquei. Permaneço. Sempre como um palmeirense que está jornalista. Que um dia já foi estudante. Que pretende ser um palmeirense aposentado do Jornalismo. Jamais da paixão de ir ao Palestra como fui, de 1974 a 1990. Só como torcedor.

Porque, então, veio o dever de tentar ser imparcial, isento e objetivo. De torcer sempre, mas jamais distorcer pelo Palmeiras. O que, muitas vezes, levou a muitas atitudes e ações distorcidas. Por mim e por outros. Faz parte. Como sempre fez o nosso Palestra.

 

Novas cores

De qualquer jeito. Com qualquer camisa. A verde listada da Parmalat estreou em 26 de abril de 1992. 1 a 0 no Cruzeiro. Gol de Paulo Sérgio. Eu já estava na Rádio e TV Gazeta. Comentando. Logo, cornetando um time que demitiu o treinador depois de um empate sem gols e sem futebol contra o Noroeste, em 19 de agosto. 16 anos e um dia do título de 1976. Uma noite trágica que quase acabou ainda pior, com torcedores querendo bater em colegas na cabine ao lado da minha. Quase apanhei junto. Só escapei por ser palmeirense como os agressores. Embora metade da turba achasse que não. Mais ou menos como a proporção da torcida, hoje.

Não cheguei a repensar o ofício. Nem o amor. Palmeiras não se pensa. Não se escolhe o Palmeiras. Ele nos acolhe. Ele sabia que ainda viria 1993. O Paulista. O Rio-São Paulo. O Brasileirão. Faltava uma festa no Palestra. No SP-94, foram quatro: a virada sobre o São Paulo no dia em que morreu Senna. O 1 a 0 sobre o Ituano no domingo seguinte, com a primeira volta olímpica no estádio. A segunda – a oficial – foi em Santo André; a definitiva, com a faixa no peito, foi no Dérbi, no Pacaembu.

Isso sem falar na maior derrota internacional do Boca Juniors, em 9 de março. 6 a 1 Palmeiras. O jogo que o filhinho de Evair hoje vê em DVD e pergunta ao Matador se “é tudo verdade”. Parece mentira. Parecia Palmeiras no Palestra.

Como foi em 3 de agosto de 1995. 5 a 1 no Grêmio. Faltou um gol para eliminar o Tricolor de Felipão. Mas não faltaram aplausos para aquela epopeia. Nesse dia, senti falta de estar ali na arquibancada, junto com os novos amigos Strifezzi, Fagundes, Di Lallo, Klein, Cassiano, Solarino, Bob, Bom Angelo. Gritando como urrei quase sozinho naquela noite perdida em 1986 para a Inter de Limeira. Berrando como deixei o estádio naquele 11 de setembro de 1994. 1 a 0 no Inter. Meu último jogo de solteiro. Comentei pela rádio. Mas, quando deixei o estádio, dei aquela última olhada para a arquibancada escura. Tentando me encontrar onde algumas vezes quase me perdi de alegria e tristeza. Pensando na nova e maravilhosa vida que teria e tenho com Helen. Minha pequena palmeirense que não gosta de futebol. Mas que gosta do Palmeiras. Um caso de amor. Um amor de casa.

 

Único

Do tamanho do futebol daquele trem-bola palmeirense de 1996. A maior campanha do profissionalismo. O time que chegou aos 100 gols no Palestra, num domingo gelado de junho, ganhando o returno e o título antecipado. 2 a 0 no Santos. 102 gols. Acabou a transmissão que fiz no Sportv, fui ao banheiro, arranquei o uniforme da TV, deixei apenas o do Palmeiras na noite fria. Enfiei um gorro que só deixava os olhos para fora e saí celebrando pelo clube e pelas ruas. Até na TV apareci. Na concorrente. Vibrando como um encapuzado torcedor comum. Celebrando como faria na final da Mercosul de 1998, depois do Natal. 1 a 0 no Cruzeiro. Fogos na Turiaçu fechada. Eu e os amigos no Bar do Elias pela madrugada. Chegando cedo em casa apenas para deixar sobre o berço do Luca, então com três meses, a faixa que ele até hoje guarda. A de campeão da Mercosul.

Foi o primeiro título dele. O segundo viria num chute para fora de Zapata. Quando Oberdan Cattani conversava com as estátuas de Waldemar Fiume e Junqueira, nas alamedas do clube. Quando Evair orava no vestiário. Quando eu levantava na tribuna de imprensa e batia palmas. Quando um querido colega ouvia nas escadas o estádio celebrar a vitória nos pênaltis contra o Deportivo Cali. Quando Marcos ergueu o chavão do jipão como craque da Libertadores. Quando o Campeão do Século XX fechava um ciclo no Jardim Suspenso pela emoção, no verso de Moacyr Franco. No “Amor é Verde” na Água Branca.

Amor que explica a virada de 4 a 2 no Flamengo, em 21 de maio de 1999. Quando Felipão treinou o time, a torcida, a imprensa e a História. Os gols do Filho do Vento fizeram do Palestra um vulcão verde. Um dos maiores jogos da história. Uma virada como a que seria sofrida em 2000, na final da Mercosul. Uma dor como a goleada para o Vitória, em 2003. Um nó na garganta como a Segundona dos infernos, no mesmo ano.

 

Filhos

Mas onde há verde há vida. No 7 de outubro de 2003, 3 a 2 no Brasiliense, meu Luca estreou no Palestra, no colo da mãe, ao lado do avô, do baixo de seus cinco anos. A torcida uniformizada fez um espetáculo inesquecível de cores, luzes e Palmeiras. Meu filho vibrou com os três primeiros gols. Chateou-se com o primeiro candango. Mas nem sofreu com a iminência do empate. Estava brincando com o celular do pai quando saiu o segundo gol do Brasiliense. Nada percebeu pelo silêncio do estádio. Só foi se tocar quando leu no placar tantas vezes amaldiçoado que estava 3 a 2, não 3 a 1 como imaginava.

Para ele foi só 3 a 1. Para mim, a goleada da vida. Só comparável aos 3 a 0 sobre Paraná, em 20 de outubro de 2007, quando o caçula Gabriel estreou nos estádios. Ou aos 5 a 0 da final do SP-08, quando o Lance! e meu colega Portella propiciaram a chance de colocar meu primogênito na cabine abaixo da Rádio Bandeirantes. A cada um dos cinco gols, bastava me levantar da cadeira, olhar para baixo, e ver meu Luca com aqueles olhos mais lindos do mundo ser, naquele instante, o segundo menino mais feliz do planeta, sorrindo para o pai.

O velho pai estava mais feliz e infantil que o filho.

Ainda é mais bobo que todos em casa.

Porque sabe que muitos pais palestrinos devem ter se sentido como eu, em 2008, naquela tarde de sábado de 21 de abril de 1917. Quando o Palestra Itália fez seu primeiro jogo no campo do Parque Antártica. 5 a 1 no Internacional paulistano. Palestrinos que devem ter se orgulhado quando, em 1920, a escritura do terreno enfim virou patrimônio do clube. Quando o Stadium Palestra Itália foi inaugurado, em 13 de agosto de 1933. Goleando o Bangu por 6 a 0. Um time que tinha dois Da Guia na equipe. Tios de um certíssimo Ademir, maior craque do gramado no nível do solo, do jardim suspenso inaugurado em 7 de setembro de 1964.

Sagrado solo que viu um Dérbi terminar em 8 a 0, em 5 de novembro de 1933. Sagrada Academia de craques, alguns bagres. De vitórias para guardar nos olhos, de derrotas para se perder no cimento corroído pelo uso. Por alguns abusos. Por alguns desusos.

 

Nossa casa

Daria a alma palmeirense para ver tantos jogos que não pude ver na nossa casa que merece reparos, como tantas coisas que temos feito e/ou desfeito. Você deve ter outros tantos para contar aos filhos. Outros que nem queremos lembrar para o travesseiro.

Mas, neste último sábado do velho Palestra, quando estivermos na cama, vamos lembrar porque fomos a cada jogo. Até naqueles que não pudemos ir. Não quisemos. Ou o Palmeiras não quis jogar.

Acontece. Não conheço casa perfeita. Todas trincam. Caem pedaços. Dão trabalho. Precisam de reformas na base. Nem sempre uma pintadinha dá jeito. Até porque sempre vai ter alguém para achar defeito. É assim nossa casa. É assim o lar de qualquer um.

Mas, hoje, quando vamos fechar os portões por longos meses, é hora de abraçar cada pedaço que vai cair ou sair do lugar. É tempo de lembrar os degraus da escada que dão para a arquibancada, para o gramado que cheira de tão perto. Mesmo tão elevado. Tão suspenso. Tanto suspense. Se não pudermos lotar hoje o estádio para dizer até logo, guardemos o coração para a festa da volta. Prometamos aos filhos que, em breve, estaremos de volta. Mesmo que tenhamos prometido a nós mesmos não voltarmos quando as coisas não vão nada bem, como agora. É hora de chamar o Bonfá, o Simoninha, o Kleine, o Iamin, o Narda, o Patricius, o Fred, Luciano, Juan, Rogério, Hélder, Finelli, Canuto, Bianchi, Fabian, Conrado, Barneschi, Fábio, tanta gente que não cabe aqui. Ah, claro, e o Bindi, que vai supervisionar lá do céu a obra.

 

Até logo

Quando as luzes dos refletores se apagarem, quando as redes forem tiradas das traves, quando os escudos do Palestra Itália e do Palmeiras atrás das metas mal puderem ser vistos, é hora de cada palmeirense levar seu tijolo para casa. Um imenso pedaço de nossas vidas não será demolido – apenas reformado.

É o progresso. Necessário avanço. Mas um clube que teve de mudar de nome, mas não de ideais, sabe como levar de vencida. Sabe como se virar fora de casa. Sabe como plantar sementes e criar Palmeiras. Sabe que o nosso berço está lá esperando para embalar novamente os nossos e novos sonhos.

Aproveitemos as obras para reformar não apenas o nosso campo. Também os nossos pensamentos.

No fundo, podemos perder a casa. Não o nosso lar.

Este é o berço da Academia do país do futebol. O palco do Campeão do Século. O altar da comunhão palmeirense.

O Palestra Itália. O Palmeiras dos filhos desta pátria mãe gentil, dos netos da Mamma Itália. Mas tanto amor não tem cabimento. Por isso o Palestra precisa ser maior. Moderno como o gramado elevado de 1964. Eterno como o estádio que é nosso há 90 anos. E continuará sendo de cada um quando reabrir os portões para a História.

Quando voltar, nossa casa será como o nosso amor. Ainda maior. Ainda melhor. Ainda mais Palestra Itália. Sempre mais Palmeiras.

Texto de Mauro Beting

 

Eu já estou com Saudades do Palestra !

 

Por Ariosto Recco

 

 

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Diretoria Cruzeirense... Manda o Kleber embora (agradecemos!)

Amigo Perrela manda o Kleber embora, o que ele fez ontem é inaceitável! Leva o Diego Souza na troca e acaba com o sonho do Galo!

Belluzzo faz alguma coisa porra!

Por Ariosto Recco

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Obrigado Robert !

Caros amigos, bom dia.

Desde o início eu não concordei com a contratação do AC Zago, porém apoiei os jogos em que ele estava na direção, mas o jogo do final de semana foi à gota que faltava para o copo transbordar, ninguém mais aguentava aquele time horroroso, e sei que a culpa não é só dele, mas também é dele.

Não sei quem vem para o lugar dele, e qualquer um que assumir precisa de material humano suficiente para montar um time de futebol, não um catado. Não vejo os 11 titulares do Verdão como peças podres, ainda mais agora com a saída daquele que eu julgo a “laranja podre da cesta”, mas precisamos de jogadores que venham para decidir e não aquele papo de boleiro “vim para somar”.

Independente de quem assumir, acho que Robert merece um Busto no Palestra pela façanha de ser um dos responsáveis pela queda de AC ZAGO ! Obrigado Robert !

Por Ariosto Recco

 

 

 

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Que beleza...

Nada como começar bem o dia e com uma ótima notícia AC Zago já não é mais técnico do Verdão... Obrigado Robert !!!

Mas e agora quem vem ?

Eo Eo Evair é o terror ? mas para quem vier precisa de jogador urgente !

Por Ariosto Recco

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